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Guia de Operação - RosegardenAgora que você já possui uma idéia geral sobre como funciona o Rosegarden, será um bom momento para informar ao Rosegarden alguma coisa sobre o equipamento MIDI que você pretende usar. Caso você não queira trabalha com MIDI no Rosegarden pode pular este capítulo. Antes de iniciarmos, talvez seja necessário apresentar algumas informações básicas entendendo certos conceitos para podermos depois nos aprofundar neste assunto. Caso você seja um novato em MIDI, ou algo abordado neste capítulo lhe traga mais confusão do que compreensão leia o ABC do MIDI no Apêndice A deste manual.
Cada arquivo de composição nativo do Rosegarden (.rg) possui uma definição de Estúdio em adição a todos os outros eventos de música. O Estúdio é uma definição de cada dispositivo MIDI que o Rosegarden pode detectar no transcurso da edição de uma composição. (Tudo o que já estava instalado, mais qualquer outro dispositivo que tenha sido incluído no setup durante o curso da edição).
O Rosegarden possui um roteador MIDI integrado, este roteador administra o fluxo de eventos MIDI em estado puro para dentro e fora das portas pela infra-estrutura ALSA subjacente. Podemos compará-lo com um dispositivo que compartilha uma conexão de banda larga para vários computadores. Diferente da ethernet, o protocolo MIDI não é bidirecional sobre o mesmo cabo. Em conseqüência disso, todas as conexões no Rosegarden são unidirecionais; mesmo se ambas as conexões pertençam à mesma peça física de hardware. As conexões serão apresentadas como "read," "write," ou "duplex." Neste diagrama as conexões são representadas por setas pretas que apontam na direção dos dados que fluem através delas. O roteador MIDI do Rosegarden no permite arranjar estas conexões conforme for necessário, de forma a alterar o que está conectado e onde está conectado.
3.1.2 O que é um Dispositivo? Um dispositivo é um tipo de modelo virtual virtual de uma peça individual de um equipamento MIDI. Equipamento, neste sentido, poderá ser um completo hardware MIDI externo, hardware interno como a Sound Blaster, ou hardware virtual como o QSynth ou o vkeybd. Cada dispositivo encapsula informação sobre as capacidades de um equipamento, e permite fazer uso dessas capacidades a partir do Rosegarden. De fato, quanto melhor seja o seu trabalho descrevendo um dispositivo em particular no Rosegarden, maior será o controle que você terá sobre esse dispositivo. Por exemplo, caso você possua um bom teclado conectado no seu computador PC que aceite definição padrão de dispositivo General MIDI que acompanha o Rosegarden, você não estará capacitado para fazer uso de qualquer característica avançada do teclado a partir do Rosegarden até que seja configurada a definição de dispositivo de uma forma mais exata. Por outro lado, informar ao Rosegarden que possui um Roland JV-88 também não resolverá o problema, e caso você enderece qualquer instrumento a programas que não estão atualmente disponíveis no equipamento conectado, você não ouvirá som algum. (Mais sobre Instrumentos no próximo capítulo). Um dispositivo como o seguinte, é típico tanto como de Qsynth como de uma SB Live! Após carregar um soundfont simples. Possui um set básico de controladores (que dependem das capacidades tanto do Qsynth como da SB Live!, os quais suportam um limitado número de controladores, e atualmente não possuem nada a ver com o soundfont em si mesmo), um set de programas General MIDI standard carregado no banco 0 0, e um set de kits de percussão extra estilo Roland GS, carregados no banco 10.
3.1.3 Unindo conexões e dispositivos Um Studio pde ser constituído de um só dispositivo, e talvez esta seja a configuração mais complexa que você possa vir a utilizar. O poder real tem a ver com a habilidade do Rosegarden para administrar numerosos dispositivos simultaneamente. Um Studio é, de fato, uma coleção de descrições de dispositivos e uma tabela de direcionamento assegurando que os dispositivos corretos estejam conectados ao equipamento MIDI correto do outro lado. 3.1.3.1 Um Studio simples para Sound Blaster Live! Apesar de ser um hardware simples e barato é possível ter mais de um dispositivo para administrar na Sound Blaster Live! Esta placa possui quatro conexões In (write) disponíveis de forma independente (atualmente, possui cinco conexões In (write), uma vez que traz consigo uma porta MIDI dupla exterior, mas isto não será descrito aqui). Todas elas compartilham o mesmo soundfont do lado do hardware, mas o Rosegarden não saberá disso até que você configure o Studio dessa maneira, carregando programas a partir do soundfont dentro de cada um dos quatro dispositivos de reprodução (daqui a pouco falaremos disso).
3.1.3.2 Um típico Studio com QSynth Outra configuração simples inclui um Qsynth para reproduzir MIDI e vkeybd como entrada. Podemos iniciar qualquer um deles logo após iniciar o Rosegarden, este os detectará e fará as conexões disponíveis de reprodução e gravação, incluindo um dispositivo de reprodução vazio.
3.1.3.3 Um Studio mais complexo QSynth, Hydrogen, e ZynAddSubFX rodando, acompanhados de um Roland Sound Canvas e uma placa Sound Blaster Live!. Um pouco complexo no papel, e seria pior se colocássemos aqui cada banco de variações GS, enquanto o mesmo Soundfont aparece carregado tanto na SB e no Qsynth, não é necessarimente a mesma coisa. Esta configuração apesar de ser complexa é muito simples de usar no dia a dia. E o Rosegarden torna as coisas ainda mais fáceis. Considere que aqui não possuímos controladores para a SB Live!, para o Qsynth, e para o teclado Roland ("External MIDI GS Synth"), mas não possuímos nenhum controlador definido para o Hydrogen ou ZynAddSubFX. Isto se deve ao fato de que, até onde sabemos, nenhum desses softsynths podem fazer alguma coisa através de controladores. Ambos possuem seus próprios painéis de controle que devem ser ajustados manualmente, e isto não pode ser controlado automaticamente a partir do Rosegarden.
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primeiro passo neste processo é abrir o diálogo principal através do comando
Composition -> Studio -> Manage MIDI Devices ou clicando no ícone Um diálogo similar a este será apresentado, desde que tenha sido totalmente configurado para funcionar em um Studio como o nosso. Este diálogo está dividido em duas seções; uma para dispositivos de reprodução e outra para dispositivos de gravação e suas conexões associadas. Também e nos apresenta como cada um dos dispositivos está conectado a dispositivos internos, externos, e softsynths. Neste exemplo, possuímos um dispositivo chamado "Roland SC-33" conectado ao "64:0 EMU101K MPU-401 (UART) (duplex)" e quatro dispositivos "SB Live (?)" conectados a partir do 65:0 até 65:3, que representam as quatro portas de saída da SB Live!, com suas conexões de gravação (write) associadas. Também possuímos três lugares reservados para softsynths, chamados "Soft Synth 1" até "Soft Synth 3", um dos quais está atualmente conectado ao KAMix, que é um mixer ALSA que funciona como cliente e pode ser controlado via MIDI. Estes são os dispositivos vazios que foram criados com o botão New.
A realidade do roteador MIDI do Rosegarden é um pouco menos científica que o diagrama apresentado anteriormente. Aqui apresentamos o mesmo diagrama com os números de portas ALSA incluídos. NOTA: O diagrama não representa exatamente o mesmo conjunto de dispositivos e conexões descritos na figura do diálogo que apresentamos acima.
Agora você deverá estar perguntando sobre estes nomes e números estranhos. O ALSA endereça números às portas em três faixas. 64: significa que é uma porta MIDI externa na primeira placa de som, que pode ser conectada a um teclado MIDI, módulo de som, ou qualquer coisa que produza sons, através de algum tipo de cabo. 65: significa que é uma porta virtual com um sintetizador interno suportado como o da SB Live!. Sintetizadores por software como Hydrogen, ZynAddSubFX e similares tomarão números no momento em que forem iniciados, começando em 128:. Somado ao número, a maioria destes, terão algum tipo de texto descritivo, como por exemplo "Emu10k1 Port 0 (write)." Estes nomes são proporcionados pelo driver do kernel, e nem sempre tem muito sentido. Devido a este fato o Rosegarden permite a nomeação dos dispositivos de uma forma mais adequada.
3.2.2 Dispositivos de Gravação São dispositivos de gravação os teclados MIDI, teclados virtuais, guitarras MIDI, e etc. Como os dispositivos de gravação são muito menos complicados, falaremos deles primeiro. Com um dispositivo de gravação, não haverá nenhuma necessidade de descrever. A única coisa que o Rosegarden pode fazer é ler ou não dados provenientes deste. Você poderá nomear caso deseje, mas a seção Dispositivos de Gravação deste diálogo será o único lugar onde os nomes serão vistos. O Rosegarden pode gravar simultaneamente a partir de qualquer número de entradas. Ele criará um dispositivo de gravação para cada conexão de leitura (read) que detectar. Cada um deles pode ser configurado para ser um dispositivo de gravação ativo clicando-se na opção associada. O Rosegarden mantem um registro sobre a portas a partir da qual vem os dados gravados, e sobre de qual canal foi utilizado para transmitir os dados, mas não faz nada atualmente com esta informação. Neste exemplo, possuímos um dispositivo de gravação por hardware e um dispositivo de gravação por software. Estes dispositivos foram criados espontaneamente quando o Rosegarden detectou as conexões de leitura duplex e virtuais associadas. Marcamos ambas como "Actual" e por isso podemos gravar eventos a partir de qualquer dos dois canais ao mesmo tempo, ou a partir de um deles somente.
NOTA: O Rosegarden nem sempre seleciona automaticamente um dispositivo de gravação como Current. Caso você possua um teclado ou algo similar e o Rosegarden não esteja gravando nada, este diálogo é o primeiro lugar a ser visto para solucionar o problema.
3.2.3 Dispositivos de reprodução Nos dispositivos de reprodução é encontrada toda a diversão e toda a complexidade. Como já mencionado, estes poderão ser teclados MIDI, módulos de sons, sintetizadores por software, samplers, e qualquer coisa que possa aceitar uma entrada MIDI, como por exemplo, o KAMix. (Os plugins sintetizadores são um pouco diferentes. Existe somente um dispositivo plugin Synth ao qual qualquer e todos os plugins são conectados, e não é um dispositivo MIDI de reprodução. Falaremos deles no próximo capítulo).
3.2.3.1 O caminho fácil (usar somente General MIDI) Caso você possua somente um dispositivo de reprodução, e este utilize somente instrumentos General MIDI, provavelmente ele estará pronto para uso. Caso inicie o Rosegarden sem abrir nenhum arquivo, o Rosegarden abre um documento em branco por padrão, chamado autoload.rg. Inicialmente, este é documento de sistema padrão que foi instalado com o Rosegarden. Um set básico de instrumentos (patches) e controladores General MIDI será carregado, e a saída deste dispositivo será endereçada à primeira conexão de reprodução disponível. O dispositivo que aparece primeiro na lista é sempre o dispositivo padrão. Tipicamente esta conexão de reprodução endereçará o destino correto dos dados MIDI. Portanto, tudo o que é necessário fazer é ajustar a tabela de direcionamento introduzindo as conexões apropriadas dentro das caixas de seleção das opções. Por exemplo, caso o Rosegarden dirija a saída para 64:0 (duplex) e você não possua nenhuma equipamento externo conectado ao computador, você deverá alterar para 65:0 ou algo como 128:0, conforme for apropriado.
3.2.3.2 O caminho mais difícil (carregando definições de dispositivo a partir da biblioteca) Caso você possua necessidade além do uso de apenas um dispositivo General MIDI, você necessitará utilizar o editor de bancos. Para carregar ou criar um dispositivo, clique no botão Banks... para abrir o diálogo de edição de bancos. Neste exemplo, você pode notar que importamos alguns programas soundfonts utilizados na SB Live!, e nomeamos os quatro dispositivos "SB Live! (1)" até "SB Live! (4)" simplesmente por pura conveniência. Este soundfont possui programas (instrumentos) disponíveis em quatro bancos. A coluna LSB no está visível nesta figura, mas os nomes dos bancos nos informam a maior parte do que precisamos saber. O último foi nomeado como percussão para ser configurado em separado, pois é nele que o soundfont armazena os kits de percussão e bateria. Você também pode perceber que selecionamos um dispositivo chamado "Soft Synth 2", e estamos apontando na lista vazia de programas que o modelo virtual do Rosegarden criou para este dispositivo. De forma diferente do equipamento MIDI externo e interno, o Rosegarden endereça conexões para softsynths na primeira vez em que estes aparecem, o primeiro serve de base, baseado na ordem em que preferimos que as aplicações sejam iniciadas. É muito fácil se confundir com o "Hydrogen" que atualmente está conectado ao QSynth. Achamos melhor dar-lhes nomes genéricos e endereçar as conexões manualmente conforme for necessário, isto porque trabalhamos iniciando os softsynths somente quando precisamos deles.
3.2.3.3 Carregando um dispositivo a partir da biblioteca Caso você possua a biblioteca do Rosegarden, esta já possui um set de bancos e definições de programas para serem utilizados. Para comprovar se você possui ou não esta biblioteca, clique no botão Import... Inicialmente será apresentada uma lista com arquivos .rgd pertencentes à biblioteca, que foram instalados juntamente com o Rosegarden. Você pode importar bancos a partir de ambos os tipos de arquivos: composições Rosegarden (.rg) e dispositivos Rosegarden (.rgd). Caso não encontre nada apropriado, provavelmente você deverá começar do zero, como será explicado mais tarde.
3.2.3.4 Convertendo um SoundFont em um dispositivo "Soft Synth 2", no exemplo acima, é uma placa baseada em soundfont ou um softsynth. O modo mais simples e exato para definir um modelo de dispositivo para um sintetizador deste tipo é carregar os bancos de nomes de programas diretamente a partir do próprio arquivo soundfont .sf2. Simplesmente configure o Filter como Soundfont e navegue até o lugar onde se encontra o soundfont que deve ser carregado no sintetizador. NOTA: Definir um dispositivo com o método que consiste em carregar programas a partir do um soundfont não está relacionado de nenhuma forma com carregar este soundfont dentro da Sound Blaster ou dentro do Qsynth. Apenas estaremos lendo o diretório dentro do arquivo .sf2 que descreve o modo em que os samples estão organizados em bancos, e estamos importando esta informação de texto para dentro do Rosegarden. Este método economiza muito tempo e traz resultados rápidos e exatos.
3.2.3.5 Uma vez feita a seleção Além de selecionar e carregar um dispositivo já disponível da biblioteca, ou ter carregado os programas a partir de um arquivo .sf2, você precisará tomar algumas decisões.
Caso o arquivo possua modelos de mais de um dispositivo você poderá escolher qual deseja importar. Também existem algumas várias opções sobre quais detalhes deseja importar, e se deseja adicionar novos bancos dentro dos já existentes ou substituí-los completamente.
3.2.3.6 O caminho mais difícil: criando uma lista de programas a partir do zero Caso nenhum dos modelos de dispositivo que se encontram na biblioteca seja adequado, e você não possa converter um um dispositivo os nomes de programas a partir de um soundfont, você necessitará criar seus próprios modelos. Você poderá utilizar um arquivo já existente na biblioteca como ponto de partida, ou poderá criar uma nova definição de dispositivo completamente a partir do zero.
3.2.3.6.1 Nomeando um dispositivo Para evitar confusões, provavelmente você irá querer substituir o nome do dispositivo padrão do Rosegarden "Anonymous MIDI Device 3" por algum nome que tenha mais sentido. Simplesmente clique duplo no nome existente e nomeie da forma que mais lha aprouver. Agora que o seu "Dispositivo Externo Anônimo” tenha sido nomeado como "Roland SC-33" (no nosso caso) ou com o nome do dispositivo que você possui, agregue uma descrição de seus programas e controladores disponíveis ao modelo do Rosegarden.
3.2.3.6.2 Para que nomear programas e controladores? Dependendo das capacidades deste dispositivo, poderá não ter sentido definir nomes de alterações de programas. No entanto, caso o seu intuito seja em transmitir programas, alterações de banco, ou controladores para o equipamento – inclusive se você somente quiser utilizar números – será necessário definir alguns pontos por aqui. O modelo de equipamento incluirá somente o que for definido neste passo, e qualquer coisa que fique vazio não estará disponível para utilização. Se você não permitir ao Rosegarden saiba que o programa número 97 pode reproduzir algo, este nunca lhe permitirá configurar uma pista para usar esse número de programa.
3.2.3.6.3 Coletando informação O objetivo aqui é possuir tanta informação sobre o equipamento como seja possível. Você deverá saber quais programas pode utilizar, e como são numerados os bancos. Caso não tenha nenhuma idéia sobre isso, tente carregar "raw-numbers.rgd" (números em bruto) a partir da biblioteca que foi criada como um modo de prover um lugar genérico para todos e para tudo com o objetivo de preencher as caixas de seleção e permitir que as alterações de programas sejam transmitidas.
Alguns equipamentos usam um método de ordenamento de programas dentro de bancos de tal modo que os programas no banco 0 0 são os instrumentos General MIDI standard, e os programas no restante dos bancos são variações desses instrumentos. O standard Roland GS é um clássico exemplo disto. Banco 0 0, programa 1 é Piano 1 e banco 0 8, programa 1, é Piano 1w. Com o objeto de facilitar, o Rosegarden oferece a possibilidade de apresentar programas em bancos secundários como variações. Você poderá selecionar isso, e mostrar a lista de variações baseada em valores LSB ou MSB.
Finalmente, você se dará conta de que o Rosegarden somente permite um set de alterações de programas por cada banco. A exceção a esta regra e que você definir um set paralelo de alterações de programa caso a opção Percussion esteja ativada. Por exemplo, caso você possua um sintetizador que interpreta alterações de programa standard no banco 0 0 no canal 10 como kits de percussão (como por exemplo Roland GS) você poderá informar ao Rosegarden para usa-lo. O processo é um pouco estranho. Primeiramente você terá que utilizar o botão Add para criar um banco novo e vazio. Este irá tomar um número diferente de 0 0 porque 0 0 já estará em uso. Marque a opção Percussion para este novo banco e após selecione os valores LSB e MSB em 0 0 e entre com os nomes dos kits de percussão como programas.
3.2.3.6.6 Inclua suas próprias descrições de dispositivo Uma vez definidos os nomes para suas alterações de programa, você poderá guardar a definição de dispositivo no HD com o botão Export...
3.3 Controladores Personalizados O Rosegarden deve criar alguns poucos e básicos controladores padrão. Caso você possua necessidades especiais, ou se algum destes controladores não funcionem no equipamento para o qual você está definindo o dispositivo, edite estas configurações padrão clicando no botão Events.
Caso o seu equipamento não possa utilizar nenhum destes controladores, apague-os. Caso existam alguns controladores perdidos, agregue-os um a um. Utilize o botão Add. Isto criará uma nova entrada utilizando valores padrão. Clique-duplo e será apresentado um diálogo similar ao da figura abaixo.
A maioria destes parâmetros deve óbvia para você, pois são baseados nas necessidades particulares do equipamento que você está descrevendo, porém os dois últimos merecem uma atenção especial. O parâmetro de cor é a cor que terá a informação deste controlador no diálogo Parâmetros de Instrumento na janela principal, e o parâmetro de posição determina onde se mostrará este controlador, e como será posicionado em relação a os outros controladores.
3.4 Propriedades Padrão de um documento Antes de converter este documento em padrão, provavelmente você irá querer dar uma vista geral em suas configurações. Estas configurações não fazem parte especificamente do Studio, mas são armazenadas no arquivo autoload.rg, e qualquer documento novo que for criado começará com estas propriedades padrão. Para edita-las utilize Composition -> Edit Document Properties.
A aba About é iniciada com algumas propriedades padrão. Estas podem ser modificadas ou apagadas, e se pode agregar novas propriedades. Os quatro valores padrão serão transladados ao Lilypond no proceso de exportação. Caso queira outros textos em seus cabeçalhos do Lilypond, você os poderá agregar aqui criando novas propriedades com seus nomes apropriados, e após ligar a eles os seus textos especiais... Por exemplo, instrumento, dedicado, o poeta.
Na aba Audio, podemos configurar um novo diretório para armazenar os arquivos de áudio. O Rosegarden usará esta pasta para gravar os novos arquivos. O Padrão é ~/rosegarden. Caso esta pasta não exista você não estará capacitado para gravar segmentos de áudio, então crie esta pasta ou configure o Rosegarden para gravar o áudio em outro lugar. Mantenha o hábito de criar uma nova pasta para gravar áudio para cada documento que for criado, isto ajudará em muito na organização de seu trabalho.
O Rosegarden pode colorir segmentos e controladores. As cores personalizadas são definidas neste lugar.
3.5 Salvando o seu Studio padrão. Agora que você já possui o seu Studio todo configurado, torne-o o Studio padrão, e dessa maneira você poderá evitar ter que transitar por este caminho toda vez que iniciar uma nova composição. O comando Composition -> Studio -> Save Current Document as Default Studio salvará o documento atual como o arquivo autoload.rg local. O que o tornará seu Studio padrão para todos os novos documentos que forem criados daqui por diante, no entanto esta configuração não efeito nenhum em arquivos que já foram criados anteriormente, ou em documentos que forem carregados a partir de outras fontes. O Sstudio pertence a cada composição individualmente. Este Studio padrão é igual a qualquer arquivo .rg. o que significa que qualquer segmento, rótulo de pista, endereçamento de instrumento, etc., que possua o documento atual, serão gravados, e subsequentemente carregados cada vez que um novo documento seja criado. |
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