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CURSOS EM VÍDEO CUBASE SONAR X1 SONAR 7 SONAR 6 SONAR 5 SONAR 4 MASTERIZAÇÃO MIXAGEM REASON SOUND FORGE 9 SOUND FORGE 8 A ARTE DA MIXAGEM FINALE 2007 ADOBE PREMIERE PRO AUDITION PHOTOSHOP AFTER EFFECTS
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compatível (Windows Media Player, MPlayer, QuickTime
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de download, quando esta opção estiver disponível, por intermédio de
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O formato SFZO formato SFZ
O que é o formato sfz?
O sfz é um formato de arquivo que define a forma como se encontra organizada uma coleção de samples.
O objetivo
por trás do formato sfz é oferecer uma forma gratuita, simples,
minimalista e expansível para poder organizar, distribuir e utilizar
samples áudio com a maior qualidade e flexibilidade
possível.
Um arquivo no formato sfz não poder ser reproduzido sem o leitor freeware sfz.
Os
criadores da soundware, software e hardware podem criar, utilizar e
distribuir arquivos em formato sfz de uma forma gratuita para
propósitos gratuitos ou comerciais.
Algumas das caraterísticas do formato sfz incluem:
·
Samples com suporte para qualquer profundidade de bit (8/16/24/32-bit)
mono ou stereo.
· Samples com qualquer samplerate (i,e 44.1k, 48k, 88.2k, 176.4k, 192k, 384k).
· Samples comprimidos. Pode combinar samples comprimidos e não comprimidos.
· Samples em loop
· Unlimited keyboard splits and layers.
· Unlimited velocity splits and layers.
·
Zonas ilimitadas para reprodução de samples baseadas em controladores
MIDI ou geradas internamente.
· Reproduz samples com a norma MIDI.
De que forma é estruturado o formato sfz?
O formato
sfz é uma coleção de arquivos de samples mais um ou múltiplos arquivos
de definição sfz. Estas estruturas que contém múltiplos arquivos são
apelidadas de monolíticas.
Foram
seleccionadas duas espécies de arquivos de samples para serem incutidos
no formato sfz: um formato não comprimido PCM (arquivos áudio standard
do Windows - .WAV) e um formato "royalty free compressed" de qualidade
ajustável (arquivos codificados off-vorbis)
A inclusão
de um formato comprimido permite aos criadores de samples e de
soundware, criarem arquivos de demonstração ou de preview num pacote
pequeno para que possam ser transferidos usando o mínimo de largura de
banda mas mantendo toda a sua funcionalidade.
Ambos os
formatos são 100% gratuitos para que se possam criar leitores para os
reproduzir sem verbas fixas ou por cópia. Estes podem também ser
distribuídos de forma gratuita na Internet (desde que os conteúdos dos
arquivos estejam cobertos por leis de copyright)
Cada
arquivo sfz pode representar um só ou uma coleção de instrumentos. Um
instrumento é definido como uma coleção de regiões. As regiões incluem
as definições dos controles input, dos samples (arquivos wav/ogg) e os
parâmetros de performance.
Como são criados os arquivos de definição sfz?
Os
arquivos de definição sfz são simples arquivos de texto,
consequentemente pode ser criado por qualquer editor de texto (Word,
notepad, etc).
Porquê "non-monolithic"?
Enquanto
que ambos os formatos "monolithic" e "non-monolithic" possuiam as suas
vantagens e desvantagens, houve diversas razões para a escolha do
formato de sample "non-monolithic". Quer os motivos tecnológicos quer
os motivos concepcionais não podem ser separados, por isso aqui está
uma explicação mais básica.
O motivo
mais forte é a limitação de tamanho por parte de um arquivo
"non-monolithic" em discos formatados em FAT32. Os samples hoje em dia
estão-se a tornar realmente grandes, pois contém milhares de samples
individuais dentro de cada instrumento, os quais são ativados através
de diferentes combinações de input control.
Os samples
que possuam uma elevada resolução (samples de 24-bit) e sample rate
bastante alta (96kHz, 192kHz) fazem com que os arquivos se tornem ainda
maiores. No caso de um formato "non-monolithic", continua-se a aplicar
as limitações mas neste caso aplica-se apenas a cada sample e não ao
somatório de todos eles, tornando o limite virtualmente impossível de
atingir.
Embora
esta limitação não se aplique para partições NTFS, esta forma de
partição é menos eficiente do que FAT32, em termos de performance de
"raw disk" para aplicações de streaming.
Editar um
único sample num arquivo do tipo "monolithic" implica carregar todo o
arquivo e após edição, gravá-lo na sua totalidade para o disco. Quando
a coleção é grande o tempo poupado em operações de carregamento e
gravação permite-lhe ganhar muito tempo.
De
qualquer forma, assim que a estrutura do formato esteja completamente
implementada a opção de incorporar o formato "monolithic" no formato
sfz não está descartada. Pequenos sets de som (ou utilizadores de NFTS)
poderão optar entre os dois formatos de acordo com as suas
necessidades.
Porque não XML?
O XML foi
de fato a primeira escolha como arquivo de definição sfz,
principalmente devido á simplicidade do ponto de vista do
desenvolvimento, já que o código tanto para o parser como para o
transation XML já se encontrar disponível.
No
entanto, XML foi desenhado com o propósito de trocar dados através da
web, ou seja, músicos, leitores, compositores, criadores de software
áudio assim como técnicos de som na sua generalidade não estão
familiarizados com o XML.
Sendo
assim, como um formato universal para troca de informação e que seja
ainda compatível com varias aplicações, o XML é ineficiente, além de
mais editar um arquivo XML requer um pouco mais de conhecimentos
técnicos.
A maioria
das funcionalidades de um arquivo sfz, podem ser encontradas dentro do
mesmo. Para isso terá apenas de ler o seu conteúdo.
Existe um editor dedicado apenas para sfz?
Por parte
da RGC áudio ainda não se encontra disponível agora nem tão cedo se
espera a criação de um. Contudo a RGC áudio encontra-se a trabalhar com
diversos criadores de conversores de samples de forma a implementar o
formato sfz nos seus conversores e editores.
A natureza
deste formato permite a criação de instrumentos com o auxílio de outros
softwares, como folhas de cálculo, processadores de texto, linguagens
simple-scripiting e outras aplicações.
Como se define um instrumento?
O
componente base de um instrumento é a região. Um instrumento é definido
por uma ou mais regiões. Múltiplas regiões podem ser organizadas em
grupos. Os grupos permitem parâmetros comuns para múltiplas regiões.
Uma região
pode incluir três componentes principais: a definição de um sample, um
conjunto de controlos de input e um outro grupo de parâmetros de
performance.
Sample
O código op do sample define qual arquivo a ser lido quando a região está definida para tocar.
Se um
código op não estiver disponível na região, esta irá tocar o sample
definido no último grupo. Se não houver um ultimo grupo definido ou se
o grupo anterior não especificar um código op de sample, a região será
ignorada.
Para saber mais:
http://www.rgcaudio.com/sfzformat.htm
http://www.drealm.org.uk/sfz/
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